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Aqui serão publicados artigos para divulgar o conhecimento tanto diretamente relacionados à Nutrologia, como aqueles que incluem outros fatores relacionados à otimização da saúde, o novo foco da prevenção neste século XXI, tais como simplicidade, exercícios, sono, controle do estresse, redução de exposição a toxinas ambientais e relacionamentos saudáveis.

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O que é dieta anti-inflamatória?

Sabemos que a inflamação reflete dano molecular. Colocado de outra forma, o envelhecimento e as doenças a ele relacionadas estão estreitamente relacionados à inflamação.

O tempo todo em nosso organismo existe uma série de reações ocorrendo que refletem um equilíbrio dinâmico inflamatório x anti-inflamatório. É extremamente importante que atuemos conscientemente, com a dieta e suplementos, de modo a favorecer um estado predominantemente anti-inflamatório.

Em termos práticos: peixes ricos em ômega-3, azeite de oliva extra-virgem, abacate, curcuma (curcuma longa), açafrão (crocus sativus), “berries” (como morango, açaí, mirtilo, amora e framboesa), cenoura, mamão, abacaxi, óleo de semente de linhaça, óleo de borragem, maçã, frutas cítricas, gengibre, entre tantos outros exemplos, ajudam a compor uma dieta anti-inflamatória. Por outro lado, carnes vermelhas gordurosas, bacon, embutidos (salame, salsicha e linguiça), gema de ovo, gorduras industrializadas, laticínios integrais, óleos ricos em ômega-6, como o óleo de soja e o óleo de milho (especialmente se aquecidos) e grãos cereais, de maneira geral (especialmente refinados) são exemplos de alimentos que favorecem a inflamação.

Desta forma, é importante combinar os alimentos, em cada refeição, para ficarmos a maior parte do tempo num estado “anti-inflamatório”. Não adianta comer de um jeito pró-inflamatório numa refeição e deixar para compensar mais tarde, em outra refeição. Devemos fazer boas escolhas em cada refeição de modo a combater a inflamação.

É possível conferir isso através de alguns testes, especialmente a dosagem do ácido araquidônico (uma gordura pró-inflamatória ômega-6) dividida pela dosagem do EPA  (uma gordura anti-inflamatória ômega-3) que deve ficar entre 1,5 e 3. Este é um importante marcador da inflamação celular.

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