Um novo conceito de envelhecimento

Um novo livro, Lifespan: why we age and why we don’t have to, de David Sinclair e Matthew La Plante, vem nos introduzindo um novo conceito de envelhecimento (2019): simplesmente perda de informação.

Esta perda de informação se dá a nível epigenético, ou seja, tem a ver com a expressão de nossos genes: genes ativos que se tornam inativos, genes inativos que se tornam ativos. Ainda bem que este “novo” conceito não exclui o conceito que eu venho usando há muitos anos: acúmulo de dano molecular com o passar do tempo.

Está tudo inter-relacionado e aos poucos isto vai ficar bem claro para todos nós.

Interessante que, no livro, David Sinclair relata a influência de sua avó na vida dele, quando ela lhe dizia para não aceitar “deixar de fazer coisas porque atingiu certa idade”. Ele diz que mantém o espírito “jovem” aos 50 anos, assim com ela mantinha até os seus 80 e poucos anos. Isto, ele ressalta, tem influência positiva sobre a expressão genética.

Na minha opinião, daqui a pouco tempo estaremos numa encruzilhada de conceitos e visões sobre o envelhecimento: a nível bioquímico-molecular, a nível epigenético, a nível quântico, enfim, o ser humano sempre se superando!

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