Qualidade da pele (5) e silício orgânico

Hoje quero falar sobre o silício, um mineral, elemento estrutural do tecido conjuntivo, essencial para a saúde da pele, unhas e cabelos,  articulações, tendões e ossos. Uma de suas funções é ativar a enzima prolina-hidroxilase, que atua na síntese de colágeno e elastina. Na natureza e nos alimentos que ingerimos, encontramos o silício na forma inorgânica como dióxido de silício (SiO2), que é bastante insolúvel, de difícil absorção e aproveitamento pelo organismo. Ele está presente em alimentos como:

  • cereais, como aveia, milho e cevada
  • laranja
  • maçã
  • ameixa
  • cereja
  • uva-passa
  • pepino
  • aipo
  • aspargos
  • rabanete
  • repolho
  • beterraba
  • ervilha
  • mostarda
  • semente de abóbora
  • semente de girassol
  • nozes
  • entre outros alimentos de origem vegetal.

Alimentos derivados de fontes animais contêm pouco silício.
Este tipo de silício inorgânico é importante de ser ofertado na alimentação, porém temos um silício melhor aproveitado: o silício orgânico (como o ácido ortosilícico estabilizado com colágeno marinho hidrolisado ou com colina), que vem cada vez mais sendo disponível na forma de suplementos dietéticos. Com o envelhecimento, existe uma grande tendência à perdermos a estrutura do tecido conjuntivo por diminuição do colágeno e da elastina. Na pele, por exemplo, isso significa mais flacidez, menos elasticidade, menos hidratação. Nossa dica de hoje é: para manter ou restaurar a estrutura do tecido conjuntivo, opte pela ingestão complementar do silício orgânico de forma sistemática em suplementos. Lembrando: suplementações devem ser sempre prescritas por profissional especializado.